
A China e a Rússia assinaram um memorando de cooperação para a construção de uma usina nuclear na Lua até 2035.
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O intuito dos países com a usina é fornecer energia para a futura International Lunar Research Station (ILRS). Envolvendo China, Rússia e vários outros países parceiros, a ILRS é vista como uma rival do projeto Artemis da NASA.
“A estação conduzirá pesquisas espaciais fundamentais e testará tecnologias para operações não tripuladas de longo prazo da ILRS, com a perspectiva da presença humana na Lua”, explicou a Roscosmos em um comunicado.
O projeto da ILRS, anunciado em 2017, planeja estabelecer uma base de pesquisa científica na Lua. A estação ficaria a 100 km do polo sul lunar e forneceria operações autônomas de longo prazo, além de missões tripuladas de curto prazo.
No ano passado, Wu Weiren, projetista-chefe do programa de exploração lunar chinês, revelou que a China pretende convidar mais 50 países para se juntarem ao Projeto 555.
Por meio da ILRS, a China quer ocupar a liderança da exploração espacial e pesquisas científicas na Lua. Em 2028, as primeiras peças da base lunar serão instaladas pela missão chinesa Chang’e-8.
Quanto ao rival da ILRS, a construção da estação espacial lunar orbital do projeto Artemis, a Gateway, começará a partir de 2027, segundo a NASA. O programa conta com os EUA e mais 55 países parceiros, além de ter apoio da European Space Agency (ESA).
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