
Em um aparente esforço da empresa para cair nas graças do presidente Donald Trump, Mark Zuckerberg ordenou que absorventes fossem removidos dos banheiros masculinos da Meta.
+ Cães robóticos podem usar lasers para detectar e desarmar bombas
+ Estudante completa desafio de basquete chocante e perde prêmio de US$ 10 mil por pequeno erro
De acordo com especialistas, a decisão não teve nada a ver com corte de gastos ou melhoria de eficiência, servindo apenas como uma forma de mandar uma mensagem clara sobre a mudança de prioridades da empresa após a eleição de Donald Trump.
Desde então, Zuckerberg esteve por trás de uma série de mudanças de política na Meta que os críticos alertam que podem fomentar discurso de ódio, desinformação e assédio em suas plataformas.
O CEO da empresa anunciou o fim da verificação de fatos, suspendeu proibições de certas formas de discurso de ódio e removeu recursos trans-inclusivos de seus aplicativos, tudo isso enquanto restabelecia recomendações de conteúdo político que poderiam amplificar visões extremistas.
Entre as mudanças, Zuckerberg ordenou no começo do mês que absorventes fossem removidos dos banheiros masculinos da Meta. Mas, em um ato de protesto, funcionários compraram seus próprios recursos para colocar de volta nos banheiros.
De acordo com cinco fontes anônimas citadas pelo The New York Times, os funcionários também circularam uma petição pedindo que a Meta restabelecesse as comodidades. A Meta, no entanto, manteve sua posição firme.
Foto e vídeo: Instagram @zuck. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
