
Depois de anunciar seu próprio smartphone e uma operadora com seu nome, Donald Trump está sendo detonado por internautas que sugeriram que a empreitada não passa de um golpe.
+ WhatsApp passa a exibir anúncios para os usuários do aplicativo
+ Mistério: Cientistas não tem explicação para os sinais de rádio vindos do interior da Antártida
O anúncio do Trump Mobile foi feito pela Trump Organization, administrada pelos filhos mais velhos do presidente, Donald Trump Jr. e Eric. Segundo eles, o smartphone e a operadora de marca própria eram algo para os “verdadeiros americanos” aproveitarem.
Os irmãos compartilharam que o T1 Phone dourado estará disponível em agosto por US$ 499, com uma opção de plano telefônico de US$ 47,45 por mês.
“A Trump Mobile vai mudar o jogo, estamos dando continuidade ao movimento para colocar a América em primeiro lugar e ofereceremos os mais altos níveis de qualidade e serviço. Nossa empresa está sediada aqui nos Estados Unidos porque sabemos que é isso que nossos clientes querem e merecem”, disse Trump Jr., segundo o The Independent.
Entretanto, usuários do Reddit afirmaram que a empreitada não passa de um golpe. “Tentei encomendar o Trump Phone. A página falhou e debitou o valor errado do meu cartão de crédito”, contou um internauta.
Não apenas as pessoas têm enfrentado dificuldades ao tentar comprá-lo, mas outras também têm alegado que se trata de uma questão de segurança e que isso jamais seria permitido em outros países.
“Como isso é permitido? Não é um enorme conflito de interesses? Se o presidente do meu país lançasse um celular da marca dele, o governo inteiro acabaria com isso o mais rápido possível. Quem leva a sério um presidente que faz uma [coisa] dessas? Ah, espera, ninguém leva”, alfinetou outro.
“Sou de um país do terceiro mundo e não há a mínima possibilidade de uma [coisa] dessas acontecer aqui, o que prova que os EUA são uma piada de país atualmente”, afirmou um terceiro internauta.
Foto e vídeo: Trump Mobile. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
